Texto muito bom recebido de meu amigo e prof. Paulo Santos. Vale a pena uma leitura... Bjs, Érika
2 MINUTOS – Orfão
(João 14: 18-21)
Já notou como o sentimento de orfandade sempre nos acompanha?
Nas tragédias (um sonho destruído, a morte de alguém amado, uma crueldade sofrida, etc.), buscamos alguém para ajudar. Muitas vezes, simplesmente, em vão!
Nas grandes conquistas da vida (formatura, filhos, compra da primeira casa, etc.), a busca pela aprovação externa. Raramente achamos alguém que apóie sinceramente.
Seja o que for que a vida traga ou ensine, parece que estamos sempre sozinhos.
Podemos resumir a vida assim: esforços e prazeres – esforços para encontrar alguém que se importe, e prazeres para enganar-se de que não sente falta.
Há, então, alguém em quem confiar para uma resposta assertiva? Sim…
Jesus disse: “Não os deixarei órfãos (…) vocês compreenderão que estou em meu Pai, vocês em mim, e eu em vocês (…) aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele”